07/05/11

SINAIS DE PONTUAÇÃO - VÍRGULA, PONTO E VÍRGULA, DOIS PONTOS, PONTO FINAL, INTERROGAÇÃO, EXCLAMAÇÃO, RETICÊNCIAS, PARÊNTESES, TRAVESSÃO, ASPAS, COLCHETES, ASTERISCO, PARÁGRAFO - PORTUGUÊS

.
Os Sinais de Pontuação:
São recursos gráficos próprios da linguagem escrita. 
Mesmo não conseguindo reproduzir toda a riqueza melódica da linguagem oral, eles estruturam os textos e procuram estabelecer as pausas e as entonações da fala. Basicamente, têm como finalidade:
    1) Assinalar as pausas e as inflexões de voz (entoação) na leitura;
    2) Separar palavras, expressões e orações que devem ser destacadas;
    3) Esclarecer o sentido da frase, afastando qualquer ambiguidade.
Abaixo, os sinais de pontuação mais comuns, resposáveis por dar à escrita maior clareza e simplicidade.

Vírgula ( , )
A vírgula indica uma pausa pequena, deixando a voz em suspenso à espera da continuação do período. Geralmente é usada:
- nas datas, para separar o nome da localidade.
    Ex:
      São Paulo, 25 de agosto de 2005.
- após o uso dos advérbios "sim" ou "não", usados como resposta, no início da frase.
    Ex:
      – Você gostou do vestido? – Sim, eu adorei! – Pretende usá-lo hoje? – Não, no final de semana.
- após a saudação em correspondência (social e comercial).
    Ex:
      Com muito amor, Respeitosamente,
- para separar termos de uma mesma função sintática.
    Ex:
      A casa tem três quartos, dois banheiros, três salas e um quintal.
    Obs: A conjunção "e" substitui a vírgula entre o último e o penúltimo termo.
- para destacar elementos intercalados, como:
    a) uma conjunção
      Ex:
        Estudamos bastante, logo, merecemos férias!
    b) um adjunto adverbial
      Ex:
        Estas crianças, com certeza, serão aprovadas.
      Obs: A rigor, não é necessário separar por vírgula o advérbio e a locução adverbial, principalmente quando de pequeno corpo, a não ser que a ênfase o exija.
    c) um vocativo
      Ex:
        Apressemo-nos,Lucas, pois não quero chegar atrasado.
    d) um aposto
    Ex:
      Juliana,a aluna destaque, passou no vestibular.
    e) uma expressão explicativa (isto é, a saber, por exemplo, ou melhor, ou antes, etc.)
      Ex:
        O amor, isto é, o mais forte e sublime dos sentimentos humanos, tem seu princípio em Deus.
- para separar termos deslocados de sua posição normal na frase.
    Ex:
      O documento de identidade, você trouxe?
- para separar elementos paralelos de um provérbio.
    Ex:
      Tal pai, tal filho.
- para destacar os pleonasmos antecipados ao verbo.
    Ex:
      As flores, eu as recebi hoje.
- para indicar a elipse de um termo.
    Ex:
      Daniel ficou alegre; eu, triste.
- para isolar elementos repetidos.
    Ex:
      A casa,acasa está destruída. Estão todos cansados,cansados de dar dó!
- para separar orações intercaladas.
    Ex:
      O importante,insistiam os pais, era a segurança da escola.
- para separar orações coordenadas assindéticas.
    Ex:
      O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém.
- para separar orações coordenadas adversativas, conclusivas, explicativas e algumas orações alternativas.
    Ex:
      Esforçou-se muito,porém não conseguiu o prêmio . Vá devagar,que o caminho é perigoso . Estuda muito,pois será recompensado . As pessoas ora dançavam, ora ouviam música .
       
*Obs: Embora a conjunção "e" seja aditiva, há três casos em que se usa a vírgula antes de sua ocorrência:
1) quando as orações coordenadas tiverem sujeitos diferentes.
    Ex:
      O homem vendeu o carro, e a mulher protestou.
    Neste caso, "O homem" é sujeito de "vendeu", e "A mulher" é sujeito de "protestou".
2) quando a conjunção "e" vier repetida com a finalidade de dar ênfase (polissíndeto).
    Ex:
      E chora, e ri, e grita,e pula de alegria.
3) quando a conjunção "e" assumir valores distintos que não seja da adição (adversidade, consequência, por exemplo)
      Ex:
      Coitada! Estudou muito, e ainda assim não foi aprovada.
       
- para separar orações subordinadas substantivas e adverbiais, sobretudo quando vêm antes da principal.
    Ex:
      Quem inventou a fofoca, todos queriam descobrir. Quando voltei, lembrei que precisava estudar para a prova.
- para isolar as orações subordinadas adjetivas explicativas.
    Ex:
      A incrível professora, que ainda estava na faculdade, dominava todo o conteúdo.
       
Ponto e vírgula ( ; )
Indica uma pausa maior que a vírgula e menor que o ponto. 
Quanto à melodia da frase, indica um tom ligeiramente descendente, mas capaz de assinalar que o período não terminou. Emprega-se nos seguintes casos:

- para separar orações coordenadas não unidas por conjunção, que guardem relação entre si.
    Ex:
      O rio está poluído; os peixes estão mortos.
- para separar orações coordenadas, quando pelo menos uma delas já possui elementos separados por vírgula.
    Ex:
      O resultado final foi o seguinte: dez professores votaram a favor do acordo; nove, contra.
- para separar itens de uma enumeração.
    Ex:
      No parque de diversões, as crianças encontram: brinquedos;balões;pipoca.
- para alongar a pausa de conjunções adversativas (mas, porém, contudo, todavia, entretanto, etc.) , substituindo, assim, a vírgula.
    Ex:
      Gostaria de vê-lo hoje; todavia, só o verei amanhã.
- para separar orações coordenadas adversativas quando a conjunção aparecer no meio da oração.
    Ex:
      Esperava encontrar todos os produtos no supermercado;obtive, porém, apenas alguns.

Dois-pontos ( : )
Seu uso marca uma sensível suspensão da voz numa frase não concluída. Emprega-se, geralmente:

- para anunciar a fala de personagens nas histórias de ficção.
    Ex:
      "Ouvindo passos no corredor, abaixei a voz :– Podemos avisar sua tia, não?" (Graciliano Ramos)
- para anunciar uma citação.
    Ex:
      Bem diz o ditado:Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Lembrando um poema de Vinícius de Moraes: "Tristeza não tem fim, Felicidade sim."
- para anunciar uma enumeração.
    Ex:
      Os convidados da festa que já chegaram são:Júlia, Renata, Paulo e Marcos.
- antes de orações apositivas.
    Ex:
      Só aceito com uma condição: Irás ao cinema comigo.
- para indicar um esclarecimento, resultado ou resumo do que se disse.
    Ex:
      Marcelo era assim mesmo:Não tolerava ofensas. Resultado: Corri muito, mas não alcancei o ladrão. Em resumo:Montei um negócio e hoje estou rico.
    Obs: os dois-pontos costumam ser usados na introdução de exemplos, notas ou observações. Veja:
      Parônimos são vocábulos diferentes na significação e parecidos na forma.
      Ex:
        ratificar/retificar, censo/senso, etc.
    Atenção: a preposição "per", considerada arcaica, somente é usada na frase "de per si " (= cada um por sua vez, isoladamente).
    *Obs: na linguagem coloquial pode-se aplicar o grau diminutivo a alguns advérbios: cedinho, melhorzinho, etc.
- na invocação das correspondências.
    Ex:
      Prezados Senhores: Convidamos a todos para a reunião deste mês, que será realizada dia 30 de julho, no auditório da empresa. Atenciosamente, A Direção
       
Ponto Final ( . )
Representa a pausa máxima da voz. A melodia da frase indica que o tom é descendente. Emprega-se, principalmente:

- para fechar o período de frases declarativas e imperativas.
    Ex:
      Contei ao meu namorado o que eu estava sentindo. Façam o favor de prestar atenção naquilo que irei falar.
- nas abreviaturas.
Ex:
    Sr. (Senhor) Cia. (Companhia)
*OBS:
Pontuação nos títulos e cabeçalhos
Todos os cabeçalhos e títulos são encerrados por pontos finais. Não há uniformidade quando ao uso desta pontuação, mas é de bom tom seguir o que determina a ortografia oficial vigente. Muitas pessoas consideram mais estético não pontuar títulos. Em jornalismo, por exemplo, não se usa a pontuação de titulação.


Ponto de Interrogação ( ? )
É usado ao final de qualquer interrogação direta, ainda que a pergunta não exija resposta. A entoação ocorre de forma ascendente.
Ex:
    Onde você comprou este computador? Quais seriam as causas de tantas discussões? Por que não me avisaram?
*Obs.: Não se usa ponto interrogativo nas perguntas indiretas.
Ex:
    Perguntei quem era aquela criança.
*Atenção: :
1) O ponto de interrogação pode aparecer ao final de uma pergunta intercalada, entre parênteses.
    Ex:
      Trabalhar em equipe (quem o contesta?) é a melhor forma para atingir os resltados esperados.
2) O ponto de interrogação pode realizar combinação com o ponto admirativo.
    Ex:
      Eu?! Que ideia! 
       
Ponto de Exclamação ( ! )
É utilizado após as interjeições, frases exclamativas e imperativas. Pode exprimir surpresa, espanto, susto, indignação, piedade, ordem, súplica, etc. Possui entoação descendente.
Ex:
    "Como as mulheres são lindas!" (Manuel Bandeira) Pare, por favor!Ah! que pena que ele não veio...
Obs: O ponto de exclamação substitui o uso da vírgula de um vocativo enfático.
Ex:
    Ana! venha até aqui! 

Reticências ( ... )
Indicam uma suspensão da frase, devido, muitas vezes a elementos de natureza emocional. Empregam-se:

- para indicar continuidade de uma ação ou fato.
    Ex:
      O tempo passa...
- para indicar suspensão ou interrupção do pensamento.
    Ex:
      Vim até aqui achando que...
- para representar, na escrita, hesitações comuns na língua falada.
    Ex:
    "Vamos nós jantar amanhã? – Vamos...Não...Pois vamos." Não quero sobremesa...porque...porque não estou com vontade.
- para realçar uma palavra ou expressão.
    Ex:
      Não há motivo para tanto...mistério.
- para realizar citações incompletas.
    Ex:
      O professor pediu que considerássemos esta passagem do hino brasileiro: "Deitado eternamente em berço esplêndido..."
- para deixar o sentido da frase em aberto, permitindo uma interpretação pessoal do leitor.
    Ex:
      "Estou certo, disse ele, piscando o olho, que dentro de um ano a vocação eclesiástica do nosso Bentinho se manifesta clara e decisiva. Há de dar um padre de mão-cheia. Também, se não vier em um ano..." (Machado de Assis)
       
*Obs:
As reticências e o ponto de exclamação, sinais gráficos subjetivos de grande poder de sugestão e ricos em matizes melódicos, são ótimos auxiliares da linguagem afetiva e poética. Seu uso, porém, é antes arbitrário, pois depende do estado emotivo do escritor.


Parênteses ( ( ) )
Têm a função de intercalar no texto qualquer indicação que, embora não pertença propriamente ao discurso, possa esclarecer o assunto. Empregam-se:

- para separar qualquer indicação de ordem explicativa, comentário ou reflexão.
    Ex:
      Zeugma é uma figura de linguagem que consiste na omissão de um termo (geralmente um verbo) que já apareceu anteriormente na frase.
- para incluir dados informativos sobre bibliografia (autor, ano de publicação, página etc.)
    Ex:
      " O homem nasceu livre, e em toda parte se encontra sob ferros" (Jean- Jacques Rousseau, Do Contrato Social e outros escritos. São Paulo, Cultrix, 1968.)
- para isolar orações intercaladas com verbos declarativos, em substituição à vírgula e aos travessões.
    Ex:
      Afirma-se (não se prova) que é muito comum o recebimento de propina para que os carros apreendidos sejam liberados sem o recolhimento das multas.
- para delimitar o período de vida de uma pessoa.
    Ex:
      Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1986).
- para indicar possibilidades alternativas de leitura.
    Ex:
      Prezado(a) usuário(a).
- para indicar marcações cênicas numa peça de teatro.
    Ex:
      Abelardo I - Que fim levou o americano? João - Decerto caiu no copo de uísque! Abelardo I - Vou salvá-lo. Até já! (sai pela direita) (Oswald de Andrade)
    *Obs:  Num texto, havendo necessidade de utlizar alíneas, estas podem ser ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas, seguidas de parênteses (Note que neste caso as alíneas, exceto a última, terminam com ponto e vírgula).
    Ex:
      No Brasil existem mulheres:
      a) morenas;
      b) loiras;
      c) ruivas.

Os Parênteses e a Pontuação
Observe: :

1) As frases contidas dentro dos parênteses não costumam ser muito longas, mas devem manter pontuação própria, além da pontuação normal do texto.
2) O sinal de pontuação pode ficar interno aos parênteses ou externo, conforme o caso. Fica interno quando há uma frase completa contida nos parênteses.
Ex:
    Eu suponho (E tudo leva a crer que sim.) que o caso está encerrado. Vamos confiar (Por que não?) que cumpriremos a meta.
Se o enunciado contido entre parênteses não for uma frase completa, o sinal de pontuação ficará externo.
Ex:
    O rali começou em Lisboa (Portugal) e terminou em Dacar (Senegal).
3) Antes do parêntese não se utilizam sinais de pontuação, exceto o ponto. Quando qualquer sinal de pontuação coincidir com o parêntese de abertura, deve-se optar por colocá-lo após o parêntese de fecho.


Travessão ( – )
É um traço maior que o hífen e costuma ser empregado:
    - no discurso direto, para indicar a fala da personagem ou a mudança de interlocutor nos diáologos.
      Ex:
        O que é isso, mãe?– É o seu presente de aniversário, minha filha.
    - para separar expressões ou frases explicativas, intercaladas.
      Ex:
        "E logo me apresentou à mulher, uma estimável senhora e à filha." (Machado de Assis)
    - para destacar algum elemento no interior da frase, servindo muitas vezes para realçar o aposto.
      Ex:
        "Junto do leito meus poetas dormem
        O Dante, a Bíblia, Shakespeare e Byron
        Na mesa confundidos." (Álvares de Azevedo)
    - para substituir o uso de parênteses, vírgulas e dois-pontos, em alguns casos.
        Ex:
        "Cruel, obscena, egoísta, imoral, indômita, eternamente selvagem, a arte é a superioridade humana acima dos preceitos que se combatem, acima das religiões que passam, acima da ciência que se corrige; embriaga como a orgia e como o êxtase." (Raul Pompeia)

Aspas ( " " )
Têm como função destacar uma parte do texto. São empregadas:
    - antes e depois de citações ou transcrições textuais.
      Ex:
        Como disse Machado de Assis: "A melhor definição do amor não vale um beijo de moça namorada."
    - para representar nomes de livros ou legendas.
      Ex:
        Camões escreveu "Os Lusíadas" no século XVI.
      *Obs:  Para realçar títulos de livros, revistas, jornais, filmes, etc. também podemos grifar as palavras, conforme abaixo:
        Ontem assisti ao filme Central do Brasil.
    - para assinalar estrangeirismos, neologismos, gírias, expressões populares, ironia.
      Ex:
        O "lobby" para que se mantenha a autorização de importação de pneus usados no Brasil está cada vez mais descarado.(Veja) Com a chegada da polícia, os três suspeitos "se mandaram" rapidamente. Que "maravilha": Felipe tirou zero na prova!
    - para realçar uma palavra ou expressão.
      Ex:
        Mariana reagiu impulsivamente e lhe deu um "não". Quem foi o "inteligente" que fez isso?
      *Obs:  Em trechos que já estiverem entre aspas, se necessário usá-las novamente, empregam-se aspas simples.
                       Ex:
         "Tinha-me lembrado da definição que José Dias dera deles, 'olhos de cigana oblíqua e dissimulada'. Eu não sabia o que era oblíqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar." (Machado de Assis)
         
Colchetes ( [ ] )
Têm a mesma finalidade que os parênteses; todavia, seu uso se restringe aos escritos de cunho didático, filológico, científico. Pode ser empregado:
    - em definições do dicionário, para fazer referência à etimologia da palavra.
      Ex:
        amor- (ô). [Do lat. amore.] 1. Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem, ou de alguma coisa: amor ao próximo; amor ao patrimônio artístico de sua terra. (Novo Dicionário Aurélio)
    - para intercalar palavras ou símbolos não pertencentes ao texto.
      Ex: Em Aruba se fala o espanhol, o inglês, o holandês e o papiamento. Aqui estão algumas palavras de papiamento que você, com certeza, vai usar:
      1- Bo ta bon?[Você está bem?] 2- Dios no ta di Brazil.[Deus não é brasileiro.]
    - para inserir comentários e observações em textos já publicados.
      Ex:
        Machado de Assis escreveu muitas cartas a Sílvio Dinarte. [pseudônimo de Visconde de Taunay, autor de "Inocência"]
    - para indicar omissões de partes na transcrição de um texto.
      Ex:
        "É homem de sessenta anos feitos [...] corpo antes cheio que magro, ameno e risonho" (Machado de Assis)
  
Asterisco ( * )
O asterisco, sinal gráfico em forma de estrela, costuma ser empregado:

- nas remissões a notas ou explicações contidas em pé de páginas ou ao  final de capítulos.
      Ex:
      Ao analisarmos as palavras sorveteria, sapataria, confeitaria, leiteria e muitas outras que contêm o morfema preso* -aria e seu alomorfe -eria, chegamos à conclusão de que este afixo está ligado a estabelecimento comercial. Em alguns contextos pode indicar atividades, como em: bruxaria, gritaria, patifaria, etc.
    Obs: É o morfema que não possui significação autônoma e sempre aparece ligado a outras palavras.
- nas substituições de nomes próprios não mencionados.
Ex:
    O Dr.* conversou durante toda a palestra. O jornal*** não quis participar da campanha.

Parágrafo ( § )
O símbolo para parágrafo, representado por §, equivale a dois ésses (S) entrelaçados, iniciais das palavras latinas "Signum sectionis" que significam sinal de secção, de corte.

Num ditado, quando queremos dizer que o período seguinte deve começar em outra linha, falamos parágrafoou alínea. A palavra alínea (vem do latim a + lines) e significa distanciado da linha, isto é, fora da margem em que começam as linhas do texto.

O uso de prágrafos é muito comum nos códigos de leis, por indicar os parágrafos únicos.

Ex:

§ 7º Lei federal disporá sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivação do disposto no § 4º.

Origem: soportugues

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